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Κυριακή 4 Μαρτίου 2018

The Orthodox Church in Cameroon, Chad, Central African Republic, Equatorial Guinea, and the Islands of St. Thomas and Principe // A Igreja Ortodoxa nos Camarões, Chade, República Centro-Africana, Guiné Equatorial e as Ilhas de São Tomé e Príncipe



Photo from here

The Holy Archdiocese of Cameroon includes the nations of Cameroon, Chad, Central African Republic, Equatorial Guinea, and the Islands of St. Thomas and Principe. 

A Sagrada Arquidiocese de Camarões inclui as nações dos Camarões, Chade, República Centro-Africana, Guiné Equatorial e as Ilhas de São Tomé e Príncipe.

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Orthodox Equatorial Guinea



Igreja Ortodoxa, Teologia Dogmática Ortodoxa
Ortodoxia na África

A Sagrada Escritura e a Igreja Ortodoxa
O Evangelho do Domingo de Todos os Santos
O Reino do Céu : Onde a discriminação racial não tem lugar
A Liturgia Ortodoxa: "O Céu na Terra"
A Liturgia da Igreja Ortodoxa


Τρίτη 15 Αυγούστου 2017

Dormição da Santíssima Mãe de Deus (15 de Agosto)



Arquidiocese Ortodoxa de Buenos Aires

última grande festa do ano litúrgico bizantino (que nos Minéa termina no dia 31 de agosto) é mariana: Dormição da SS. Mãe de Deus, Kóimesis no grego e Uspénie no eslavo eclesiástico, palavras que aludem justamente ao ato de dormir. E a tradicional representação iconográfica de 15 de agosto mostra a Virgem estendida no leito de morte, rodeada para o último sono pelos apóstolos, vindos prodigiosamente dos lugares onde pregavam o evangelho, tendo ao centro Jesus Cristo que acolhe a sua alma, representada como uma menina envolta em faixas e por ele sustentada.
A partir do dia 1 de agosto, o Oriente bizantino prepara-se para a festa com um jejum (do qual também fala São Teodoro Estudita, morto no ano 826) e dado que, além da pré-festa do dia 14 de agosto, os textos litúrgicos falam do trânsito de Maria SS. ao céu até o dia 23 de agosto, pode-se afirmar que este é o mês mariano dos fiéis ortodoxos e greco-católicos.

Mulher com Theotokos Dormition ícone sagrado, daqui

A celebração dessa solenidade no dia 15 de agosto foi fixada com um edito do imperador do Oriente, Maurício (582-602), confirmando uma tradição, sem dúvida, mais antiga. No Ocidente, a festa foi introduzida, juntamente com outras três festas marianas, pelo papa Sérgio I, coincidindo as datas de sua celebração. Quanto ao conteúdo, o tropário principal assim sintetiza o mistério:
Em tua maternidade conservaste a virgindade
e em tua dormição não abandonaste o mundo,
ó Mãe de Deus.
Foste levada para a vida sendo a Mãe da Vida,
e por tuas orações resgatas nossas almas da morte.
Tropário (1º tom)
Logo é posto em evidência o ministério de intercessão que a Mãe de Deus e nossa desempenha após sua entrada (também corpórea) no céu. O kondákion do dia, a segunda oração mais repetida, o confirma:
Nem o túmulo nem a morte
prevaleceram sobre a Mãe de Deus,
que, sem cessar, reza por nós
e permanece firme esperança de intercessão.
Com efeito, aquele que habitou um seio sempre virgem
assumiu para a vida aquela que é a Mãe da Vida.
Kondakion (2º tom)
Operação na Santa Igreja da Assunção da Virgem em Bujumbura (Burundi), daqui

Embora os evangelhos não falem sobre o fim da vida de Maria, existe uma antiga tradição patrística, com informações provindas outrossim dos apócrifos, e que está na base do Ofício litúrgico bizantino do dia 15 de agosto.
São Germano de Constantinopla, de cuja autoria é o hino das Vésperas que se segue:
Vinde de todos os confins do universo,
cantemos a bem-aventurada trasladação da Mãe de Deus!
Nas mãos do Filho ela depositou a sua alma sem pecado:
com a sua santa Dormição o mundo é vivificado;
e é com salmos, hinos e cânticos espirituais,
em companhia dos anjos e dos apóstolos,
que ele a celebra na alegria.
Hino das Vésperas
Como nos demais textos litúrgicos bizantinos, da maioria dos hinos, que se repetem há mais de mil anos, se desconhece o nome do autor: Eis um exemplo tirado ainda do Ofício de Vésperas:
Oh, os teus mistérios, ó Pura!
Apareceste, ó Soberana, trono do Altíssimo
e nesse dia te transferiste da terra para o céu.
A tua glória brilha com o resplendor da graça.
Virgens, subi para o alto com a Mãe do Rei.
Ó cheia de graça, salve, o Senhor é contigo:
ele que doa ao mundo,
por teu intermédio, a grande misericórdia.
Entre os lugares santos venerados em Jerusalém que se relacionam ao mistério final da vida da Mãe de Deus, não existe somente a Basílica da Dormição cuidada pelos Beneditinos católicos, mas há também o Túmulo da Virgem, que está aos cuidados dos ortodoxos, próximo ao jardim do Getsêmani e onde recentes escavações confirmam que a sepultura remonta, de fato, à época em que viveu Maria Santíssima, e pode ter sido o lugar de seu breve sepultamento.
A tradição bizantina, claramente expressa na oração, acredita na morte e no sepulcro da Virgem, mas também na sua antecipada glorificação ao céu com o corpo e a alma, à semelhança e em virtude de quanto aconteceu ao seu divino Filho. Assim começa o texto próprio das Grandes vésperas do dia 15 de agosto:
Oh maravilha inaudita!
A fonte da vida é posta no túmulo
e o sepulcro transforma-se em escada que leva ao céu.
Alegra-te, ó Getsêmani,
santuário sagrado da Mãe de Deus!...
Festa da Dormição de Theotokos na igreja da Dormição de Theotokos Igonyi por bispo Athanasius de Kisumu (Quênia), daqui
 
A tradição narra que o apóstolo Tomé, tendo chegado atrasado para o sepultamento da Virgem e querendo rever seu amado semblante, fez reabrir o túmulo, mas este foi achado vazio e a mesma Mãe de Deus anunciou, numa visão, que havia ressuscitado e subido ao céu junto do seu Filho divino.
Se nos textos litúrgicos da festa encontramos várias alusões à tristeza dos Apóstolos que não verão mais junto deles a Mãe de Jesus, predomina, porém, a alegria pelo triunfo da Theotókos.
Diz um hino das Laudes:
A tua gloriosa Dormição
alegra os céus, faz exultar a multidão dos anjos:
a terra toda exulta de alegria
elevando a ti um canto de adeus,
ó Mãe do Senhor de todas as coisas,
Virgem santíssima desconhecedora de núpcias,
que libertaste o gênero humano da antiga condenação.
A festa da Dormição da Santíssima Mãe de Deus - este nome, como também a representação iconográfica permaneceu comum no Oriente e no Ocidente por mais de um milênio.
Com esta citação de um teólogo russo ortodoxo concluímos, retomando do Ofício das Vésperas bizantinas uma última invocação:
Oh imaculada Mãe de Deus,
sempre vivente com o Rei da vida e Filho teu,
reza sem cessar para que seja conservada
e salva de toda insídia do adversário
a multidão de teus filhos,
pois nós estamos debaixo da tua proteção
e te glorificamos por todos os séculos.
 
Crianças na Serra Leoa com ícones sagrados do Senhor e Theotokos (daqui)

Fonte: «O ANO LITÚRGICO BIZANTINO», Madre Maria Donadeo

Veja também

Foto daqui
 
Male and Female Created He Them
The Icon of the Theotokos

Dormitiaanse van Theotokos
 

Τετάρτη 14 Ιουνίου 2017

O Evangelho do Domingo de Todos os Santos


Ícone daqui

Mateus 10:32-33

32 Portanto, qualquer que me confessar diante dos homens, eu o confessarei diante de meu Pai, que está nos céus. 33 Mas qualquer que me negar diante dos homens, eu o negarei também diante de meu Pai, que está nos céus

Mateus 10:37-38 


37 Quem ama o pai ou a mãe mais do que a mim não é digno de mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a mim não é digno de mim. 38 E quem não toma a sua cruz e não segue após mim não é digno de mim.


Mateus 19:27-30 

27 Então, Pedro, tomando a palavra, disse-lhe: Eis que nós deixamos tudo e te seguimos; que receberemos? 28 E Jesus disse-lhes: Em verdade vos digo que vós, que me seguistes, quando, na regeneração, o Filho do Homem se assentar no trono da sua glória, também vos assentareis sobre doze tronos, para julgar as doze tribos de Israel. 29 E todo aquele que tiver deixado casas, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou mulher, ou filhos, ou terras, por amor do meu nome, receberá cem vezes tanto e herdará a vida eterna. 30 Porém muitos primeiros serão derradeiros, e muitos derradeiros serão primeiros.

Veja também

A Sagrada Escritura e a Igreja Ortodoxa  
Sexto Domingo de Páscoa: Domingo do Homem Cego 
O Reino do Céu : Onde a discriminação racial não tem lugar  
A Liturgia Ortodoxa: "O Céu na Terra"
Dormição da Santíssima Mãe de Deus (15 de Agosto)
 
"We are called to holiness!" ― Two orthodox voices from Africa about the Sunday of All Saints (Sunday after Pentecost)
"That is the purpose of the Church, to make people holy" : Sunday of All Saints 
OBSERVING THE FEAST DAYS OF THE AFRICAN SAINTS
 
The Kingdom of Heaven, where racial discrimination has no place   

Tags: African Saints, Saints, Saints (outro), Watakatifu, Santé, Santos, التأله

Τετάρτη 24 Μαΐου 2017

Sexto Domingo de Páscoa: Domingo do Homem Cego


Ícone daqui
 
João 9:1-15, A cura de um cego de nascença
 
9 E, passando Jesus, viu um homem cego de nascença. 2 E os seus discípulos lhe perguntaram, dizendo: Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego? 3 Jesus respondeu: Nem ele pecou, nem seus pais; mas foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus. 4 Convém que eu faça as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar. 5 Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo. 6 Tendo dito isso, cuspiu na terra, e, com a saliva, fez lodo, e untou com o lodo os olhos do cego. 7 E disse-lhe: Vai, lava-te no tanque de Siloé (que significa o Enviado). Foi, pois, e lavou-se, e voltou vendo. 8 Então, os vizinhos e aqueles que dantes tinham visto que era cego diziam: Não é este aquele que estava assentado e mendigava? 9 Uns diziam: É este. E outros: Parece-se com ele. Ele dizia: Sou eu. 10 Diziam-lhe, pois: Como se te abriram os olhos? 11 Ele respondeu e disse-lhes: O homem chamado Jesus fez lodo, e untou-me os olhos, e disse-me: Vai ao tanque de Siloé e lava-te. Então, fui, e lavei-me, e vi. 12 Disseram-lhe, pois: Onde está ele? Respondeu: Não sei.
13 Levaram, pois, aos fariseus o que dantes era cego. 14 E era sábado quando Jesus fez o lodo e lhe abriu os olhos. 15 Tornaram, pois, também os fariseus a perguntar-lhe como vira, e ele lhes disse: Pôs-me lodo sobre os olhos, lavei-me e vejo.

Veja também
  
 

Domingo do Homem Cego 2017 em Pointe-Noire, República do Congo (daqui)
 

Σάββατο 24 Δεκεμβρίου 2016

Natal na Igreja Ortodoxa Africano ― Deus e a Salvação do Homem

 
Por favor, irmãos, se quiser, clique nos links abaixo. É uma parte de: Teologia Dogmática Ortodoxa - em Português
 

Igreja Ortodoxa da Natividade de Cristo, Milange, Malawi (foto daqui)
 
 
Ícone da natividade de Cristo, Catedral Ortodoxa, Maputo, Moçambique (daqui)
 

Foto d'aqui
 
Maputo, foto daqui  
 
 
 
Natal 2014 na Igreja Ortodoxa do Congo Brazzaville (a partir daqui)
 

Τρίτη 6 Δεκεμβρίου 2016

Arcebispo Anastasios Yannoulatos - Missionário e Apóstolo de nossos tempos


Aurora Ortodoxia

Arcebispo Anastasios de Tirana
O Arcebispo Anastasios Yannoulatos nasceu em 4 de novembro de 1929 em Pireu, na Grécia. Ingressa na Escola Teológica da Universidade Nacional de Atenas em 1947, graduando em 1951 com o diploma em Teologia. Depois de graduar-se, serve por dois anos no exército grego.
Logo após seu serviço nacional e reconhecendo seu desejo de tomar parte no movimento de renovação espiritual na Grécia daqueles tempos, Anastasios ingressa na Fraternidade Zoi onde torna-se um líder na propagação da verdadeira fé ortodoxa, tanto em movimentos estudantis como em acampamentos com os jovens. Mais tarde, participa no Movimento Internacional da Juventude Ortodoxa –Syndesmos – tornando-se seu secretário geral (1958-1961) e, em seguida, seu vice-presidente (1964-1978). Em 1960 é ordenado diácono, dando, assim, início à sua vocação sacerdotal.
Enquanto diácono, Anastasios forma o Centro Missionário Inter-Ortodoxo "Porefthentes" com o objetivo educacional eclesiástico baseado nas missões. Em 4 de maio de 1964 é ordenado sacerdote e enviado à África Oriental, vindo a celebrar sua primeira Sagrada Liturgia em Uganda.
No entanto, logo em breve, o Padre Anastasios adoece (malária), devendo retornar à Grécia. Face às recomendações médicas contrárias ao seu retorno ao continente africano, ele decide influenciar a Igreja acerca do trabalho missionário, através do mundo acadêmico.
Padre Anastasios se dedica aos estudos de pós-graduação em História da Religião, incluindo Etnologia, Ciência das Religiões, Missiologia e Estudos Africanos. Seguidamente, estuda nas Universidades em Hamburgo e Marburgo, com pesquisas na Universidade Makerere em Uganda, onde realiza a coleta de material para sua tese em doutorado – “O Espírito Mbandwa e seus cultos: Uma Pesquisa de Aspectos da Religião Africana”.
Em 1868, os esforços do Padre Anastasios e a equipe de “Porefthentes” frutificam junto à Chancelaria das Missões Externas junto à Apostiliki Diakonia - Editora oficial da Igreja Grega com forte caráter missionário, atuando em muitos campos. Em 1972, ele é sagrado Bispo Titular de Androussa enquanto Diretor Geral de Apostoliki Diakonia. Ainda em 1972, o Bispo Anastasios é eleito pela Universidade de Atenas Professor de História das Religiões. Ele estabelece um centro para estudos missionários durante os anos 1971-1976 nesta universidade.

Além de seu trabalho em missões, Bispo Anastasios juntamente com o Padre Antonios Romeos funda um Monastério de monjas dedicado a São João o Precursor, em Kareas, Grécia. Este Monastério participa ativamente em trabalho missionário por todo mundo.
Em 1980, Bispo Anastasios é convidado pelo Patriarca Nikolaos da Igreja de Alexandria para assumir e revigorar a Arquidiocese da África Oriental. Ele consente mesmo apesar de suas responsabilidades na Universidade de Atenas e em Apostoliki Diakonia. Enquanto arcebispo atuante durante este período de transição trabalha para criar uma comunidade ortodoxa forte através de treinamento e estabelecimento de líderes indígenas. Em 1982, ele reabre o Seminário Ortodoxo em Nairobi, fundado há dez anos pelo Arcebispo Makarios III do Chipre. Durante os próximos dez anos o Arcebispo Anastasios ordena 62 sacerdotes e diáconos indígenas e 42 leitores e catequistas provenientes e graduados pelo Seminário. Este clero forma o fundamento do renascimento da igreja na África Oriental. Mesmo deixando a África em 1991, outorga um legado através de seus esforços na assimilação de cristãos indígenas à fé ortodoxa.
Em 1991, após a queda do governo comunista da Albânia e as mudanças políticas que se seguem, o Arcebispo Anastasios é nomeado pelo Patriarca Ecumênico Bartolomeos I Exarca Patriarcal para a Igreja da Albânia, com a missão de restabelecer a Igreja Autocéfala da Albânia sem levar em conta a origem étnica de seus habitantes. É nomeado Arcebispo de Tirana em 4 de junho de 1992 e entronizado em 2 de agosto de 1992.
Para este desafio, usa de sua grande experiência na África, estabelecendo a mesma estrutura de treinamento de líderes locais. Sob sua liderança, a igreja abre um seminário com mais de oitenta alunos, aumentando em pouco tempo o clero albanês.

Além de seu carisma missionário, o Arcebispo Anastasios é conhecido no mundo ortodoxo por suas obras de renome.
Segue um vídeo interessante, em inglês, mostrando um pouco do Apostolado desta grande figura de nossa Igreja.

Obra de um Missionário Ortodoxo no Congo e Gabão




Aurora Ortodoxia

 
O Arquimandrita Theologos (Chrisantakopoulos) nasceu em 1951 na Grécia. Estuda arquitetura na Universidade de Atenas e em seguida em Paris. Após um importante encontro  com o célebre Geronda Paíssios do Monte Athos em sua alma desperta o desejo de se tornar monge. Ele recebe o hábito monástico em 1981 e passa a viver, primeiramente, no Monastério athonita de Koutloumousiou.
Em seguida se estabalece na Cela de São João Teólogo na parte sul do Monte Athos, onde mais um monge e um noviço se unem a ele. O Padre Theologos assoscia sua vida monástica à construção e restauração de igrejas. Trabalha durante nove anos na Albânia, onde restaura antigas igrejas, construíndo novas e batizando muitos nativos.
Em 2000, começa a se dirigir à África, à República Democrática do Congo (Kinshasa), também à República do Congo (Brazzaville) e ao Gabão. Lá dirige a construção de novas igrejas, escolas, clínicas. Desde 2010, na altura da construção de uma nova Diocese do Congo e Gabão, é nomeado Vigário Patriarcal. Ensina igualmente no Seminário de Kinshasa, trabalhando ativamente com a juventude.


Veja também
  Igreja Ortodoxa de Alexandria - Patriarcado de Alexandria e Toda África 
 
African Saints